Feito a partir de recursos evidentemente limitados, Meu Amigo Nietzsche é um sopro de autenticidade se considerarmos que a maioria dos filmes sobre a periferia (o curta se passa na Cidade Estrutural, periferia do Distrito Federal) assinala a violência como protagonista na denúncia da desigualdade social. Ao apontar sua câmera para a educação e tratar do tema com humor e muita fluência narrativa, Fáuston já se diferencia e conquista a plateia.
O sucesso da abordagem vem acumulando prêmios, com boas passagens pelo Festival de Brasília e pelo Clermont-Ferrand, tradicional festival francês dedicado aos curtas-metragens, onde Meu Amigo Nietzsche faturou o prêmio do público e o de melhor comédia da competição.
2 comentários :
Olha só, fui procurar sobre Nietzsche porque meu paciente falou sobre ele hoje e te achei!!! Ass Dra Agnes
Ah! que bom saber que na área da saúde ainda há interesse pela filosofia...
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